Coordenador do Observatório Eleitoral defende mais quadros técnicos e menos políticos na gestão das eleições

Novo JornalPublicado 18/03/2017 13:26:00

O coordenador do Observatório Eleitoral Angolano lembra, em entrevista ao Novo Jornal, que a credibilidade das eleições "não é uma crença" mas sim resultado da "verificação dos factos" que permitem tanto aos eleitores como aos eleitos terem "consciência de aceitação".

Inserida no Especial Eleições do Novo Jornal, esta entrevista serviu ainda para Luís Jimbo advertir, num momento em que Angola começa a caminhar aceleradamente para as eleições gerais quem devem ser marcadas para Agosto próximo, que a "verificação (da lisura do processo eleitoral) quando não engloba todos os autores necessários, cria crispação e descredito".

Questionado sobre a natureza desse "autores necessários" pelo jornalista Álvaro Victória, Luís Jimbo foi claro ao explicar que se trata de pessoas "tecnicamente preparadas" para fazer a gestão de um processo eleitoral com garantias de "transparência, sublinhando que "infelizmente", nem sempre assim acontece.

Jimbo aponta mesmo o dedo à Comissão Nacional Eleitoral, lembrando que o modelo da sua composição privilegia, por opção dos deputados, a origem partidária dos seus membros, quando, defende, deveriam agregar mais quadros técnicos do que políticos.

(Pode ler a entrevista desta semana inserida no Especial Eleições do Novo Jornal, nas bancas, ou em digital, suja assinatura pode pagar via Multicaixa)

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