A Segurança Informática tem vindo a ganhar palco ao longo dos anos, mas neste último ano assumiu o papel principal nas empresas. O trabalho remoto, que permite que os colaboradores desempenhem as suas funções fora do escritório é incontornável, será o futuro funcionamento das grandes empresas, mas constitui, ao mesmo tempo, um ponto fraco, para aquelas que não derem a devida atenção ou fizerem o investimento necessário na protecção de dados e sistemas.

Não são muitos os dados disponíveis para Angola, especificamente, mas em África o custo do cibercrime já ronda os 3,5 mil milhões de dólares por ano e mais de 90% das empresas africanas operam sem as necessidades mínimas garantidas nesta área - cibersegurança.

Sendo incontornável, a Mobilidade requer a implementação de medidas e recurso a novas funcionalidades, que os equipamentos têm de acompanhar e disponibilizar. Fomos todos forçados a uma rápida adaptação a esta (nova) realidade, e as Marcas não foram excepção. Mas esta mobilidade não é nova; a actividade de um Gestor Comercial, que se pressupõe que passe o seu tempo de trabalho juntos dos clientes, já antes requeria que documentos, sistemas e aplicações das empresas fossem acedidos remotamente. O Gestor "entra" na sua empresa ligado à rede do cliente, para consultar um determinado documento, por exemplo; e se o seu portátil não estiver protegido, será a porta de entrada para uma rede informática criminosa.

Um simples email pode paralisar a sua empresa. Um colaborador pode ser levado a carregar num link, que contém um vírus que bloqueia o computador e encripta todos os dados que nele estão guardados. E replicar o mesmo resultado no sistema de facturação da empresa.

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Independentemente da dimensão da empresa, uma organização com um sistema de defesa debilitado é um alvo apetecível para um ciberataque, para encriptar dados e documentos - necessários para o funcionamento da empresa - e pedir um resgate para que estes possam ser acedidos novamente. E nesta perspectiva, computadores (portáteis ou de secretária), impressoras, e tablets e telemóveis, são as portas de entrada perfeitas para aceder à infra-estrutura informática das empresas. A estes equipamentos, a Informática dá o nome de "Endpoint".

Quantos computadores na sua empresa têm antivírus? Todos, ok. E está actualizado?...um antivírus actual e em perfeito funcionamento, ajuda muito, mas nem sempre é suficiente. Tal como as empresas, marcas e pessoas precisam actualizar-se, as redes criminosas no mundo informático - os "hackers", desenvolvem e aprimoram o seu modo de actuação, que resulta em ataques cada vez mais complexos e difíceis de detectar.

Proteger as "portas de entrada" é fundamental.

Para ajudar nesta tarefa, os fabricantes de equipamentos informáticos - impressoras e computadores, de uma forma geral, têm vindo a desenvolver funcionalidades de segurança que estão "dentro" dos equipamentos, e que são valiosos aliados das equipas de TI das empresas. Porquê? Porque filtram as intrusões. Porque isolam os invasores, até que os especialistas de IT da empresa, possam avaliar e torná-los inofensivos para os sistemas que correm na empresa.

A HP tem feito um esforço considerável na protecção dos seus dispositivos, integrando no hardware sistemas de segurança adicionais, que diminuem consideravelmente o risco de um ciberataque, que o antivírus não tenha conseguido reconhecer. Entre esse tipo de soluções, encontramos algumas mais básicas - como entrar no dispositivo apenas com a impressão digital - até algumas mais complexas - como protecção da BIOS.

HP Wolf Security for Business inclui um conjunto de soluções de segurança que são incorporadas directamente no hardware dos equipamentos. Conheça alguns deles e obtenha mais informação aqui

- O HP Sure Click, por exemplo, faz com que os ficheiros, as aplicações e as páginas web sejam abertos em microcontentores separados para reter as ameaças e, assim, manter os endpoints e os dados do utilizador seguros.

- Já o HP Sure Start é a primeiro BIOS do mundo com capacidade de auto-recuperação, o que permite recuperar automaticamente de ataques ou corrupção de firmware ao reiniciar com uma cópia segura da BIOS. HP JetAdvantage, analisa fragilidades do parque de impressão de uma empresa, corrigindo pequenos erros e impedindo a entrada intrusiva de utilizadores estranhos ao sistema.

De forma resumida, as marcas têm de se tornar aliadas dos departamentos de TI das empresas, que por sua vez não querem ser vistas pelo Consumidor Final como vulneráveis e potencialmente perigosas para o funcionamento de dispositivos e equipamentos informáticos. A HP já percebeu isso e nos últimos anos regista avanços notórios, procurando aliar a funcionalidade à segurança, sem descurar o design. Clientes felizes e empresas seguras, é o resultado.

E a sua empresa, está protegida?

A Stylus é o representante e distribuidor oficial da HP para o mercado angolano. Se precisar de orientação ou esclarecimentos consulte o site www.stylus.co.ao ou visite as páginas disponíveis nas redes sociais.

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