Em Luanda, quem está numa escola ou universidade, não precisa de caminhar longas distâncias para encontrar um bar, uma roulotte ou outro espaço onde se proceda à venda de bebidas alcoólicas. Em muitos casos, enquanto mesmo estão na sala de aulas, os alunos ou estudantes têm de se dividir entre prestar atenção ao que diz o professor na turma ou deixar-se levar pelo ritmado som que vem das colunas destes locais, como apurou o Novo Jornal mediante uma ronda por instituições, como o Instituto Politécnico Industrial de Luanda (Makarenko) e o Liceu 22 de Novembro, em pleno «coração» da cidade.

O Makarenko, por exemplo, tem como um dos vizinhos um estabelecimento que responde pelo nome de Bar dos Colossos, ao passo que o Liceu 22 de Novembro «partilha fronteiras» com uma lanchonete apelidada «Janela Aberta».

Foi, no entanto, no Bar dos Colossos que o NJ flagrou um estudante menor de idade a quem passaremos a tratar codificadamente por Vado. Aos 17 anos, o adolescente, que frequenta a 12.ª classe no curso de Ciências Físicas e Biológicas no Liceu 22 de Novembro, estava mergulhado num ambiente orientado pelo álcool e o cigarro, uma realidade que se repete praticamente por toda a capital, quer no casco urbano, quer nos subúrbios.

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