O Ministério Público acusa o antigo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, do crime de peculato, e o empresário Bartolomeu Dias, proprietário do Grupo Bartolomeu Dias, do crime de burla.
A instrução contraditória não é um julgamento propriamente dito, mas uma fase processual em que os arguidos podem apresentar os seus argumentos e provas, permitindo ao juiz decidir se o processo deve ou não seguir para julgamento.
Georges Chikoti foi ministro das Relações Exteriores de Angola entre 2010 e 2017.
Já Bartolomeu Dias é empresário e fundador do Grupo Bartolomeu Dias, um dos maiores conglomerados empresariais privados do País.


