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três países da linha da frente num cenário de guerra na Península Coreana, Os Estados Unidos da América, a Coreia do Sul e o Japão, estão hoje reunidos na capital nipónica, Tóquio, para analisar a situação de pré-ataque, o que pode ser entendido pelo regime norte-coreano como um Conselho de Guerra e estreitar ainda mais o caminho para uma saída pacífica da tensão que a região vive.




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A cidade de Nova Iorque, a maior urbe dos EUA e uma das maiores do mundo, está a braços com uma praga de ratos de tal dimensão que levou a SenesTech, uma empresa focada na biotecnologia, fundada por cientistas, a procurar uma solução inovadora para controlar a população de roedores através do bloqueamento da sua capacidade reprodutora.






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Os Estados Unidos da América devem iniciar um ataque às instalações de teste de engenhos nucleares da Coreia do Norte nas próximas horas. O Presidente norte-americano fez um ultimato ao Presidente norte-coreano de que atacaria se tivesse lugar mais um teste. A Coreia do Norte procede a estes testes em datas festivas e amanhã o pai fundador do país e avô de Kim Jong-un, Kim Il-sung, faria 105 anos. O seu neto já disse que não tem medo dos EUA.


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O Departamento de Defesa dos EUA anunciou hoje que lançou no Afeganistão a maior bomba não-nuclear do seu arsenal. Segundo o porta-voz voz do Pentágono, a denominada "mãe de todas as bombas" foi accionada contra homens do Daesh (Estado Islâmico), permanecendo por revelar o impacto da explosão.



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Depois do ataque punitivo à base aérea síria por causa do alegado uso de armas químicas pelo regime de Damasco contra civis, os Estados Unidos da América ameaçam agora a Coreia do Norte com uma poderosa esquadra naval enviada para a Península Coreana, deixando o mundo em suspenso como não acontecia deste o fim da guerra fria, no início da década de 1990. Kim Jong-un diz estar pronto para ataque nuclear aos EUA.



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Os EUA atacaram, esta madrugada, uma base militar síria, em resposta ao uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad. A ofensiva, que segundo o exército sírio causou pelo menos sete mortos, recebeu declarações de apoio da generalidade dos dirigentes mundiais, mas foi condenado pela Rússia como "uma agressão".


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