Só os três pontos interessavam à "Scaloneta", que entrou em ritmo de cruzeiro desde o apito inicial.
Na primeira parte, os argentinos impuseram a tónica do jogo.
A Áustria limitou-se a defender e não conseguiu qualquer remate enquadrado à baliza de Emiliano Martínez.
Aos 38 minutos, pela esquerda, Facundo Medina centrou rasteiro e Thiago Almada, num gesto quase automático, deixou a bola passar entre as pernas, no momento exacto em que Messi irrompe pela área e finaliza de pé esquerdo para o 1-0.
Não foi um momento qualquer. Foi o pontapé que levou o astro da "Albiceleste" até ao cume dos Andes da história do Campeonato do Mundo. Messi ultrapassou Miroslav Klose e atingiu os 17 golos.
As equipas foram para o descanso com 1-0.
No reatamento, a Argentina abrandou e concedeu mais espaço à Áustria, que passou a ocupar zonas mais adiantadas no terreno.
Foi um risco calculado de Lionel Scaloni, que adoptou uma estratégia de gestão do relógio e da posse de bola, traduzida em 54% de posse contra 46% do adversário.
O lance de maior frisson da Áustria surgiu num livre de Marcel Sabitzer, defendido por Emiliano Martínez.
Já nos descontos, aos 90+5, Lionel Messi apareceu solto e, num remate rasteiro em insistência, empurrou a bola para o fundo da baliza de Alexander Schlager, fechando o resultado em 2-0.
Na lista da artilharia, o camisola 10 aumentou a vantagem para Klose com dois tentos e confirmou 18 golos em 28 presenças em Mundiais.
Quanto aos comandados de Ralf Rangnick ficam à espera do desfecho de Jordânia e Argélia mais logo.

















































