De um lado estão os co-anfitriões canadianos, que mediram forças em solo nacional com a Bósnia e Herzegovina (1-1), o Qatar (6-0) e a Suíça (1-2) no grupo B e ficaram em segundo lugar.

Do outro estão os sul-africanos, que fizeram duas partidas no México, arrancando a campanha com uma derrota frente ao "El Tri" por 0-2 e finalizando a terceira jornada com um triunfo por 1-0 diante da Coreia do Sul.

O único jogo nos Estados Unidos da América aconteceu quando os "Bafana Bafana" defrontaram a República Checa num empate a uma bola. Os comandados de Hugo Broos também terminaram a fase de grupos na segunda posição.

Percurso das duas equipas:

O Canadá chega aos dezasseis avos-de-final com oito golos marcados e três golos sofridos, é portanto uma formação mais que tem estado com pontaria mais afinada do que os sul-africanos que anotaram dois golos e sofreram três.

Para os "Les Rouges", Alphonso Davies é opção no banco de suplentes, depois de recuperar da lesão que o afastou da fase de grupos.

Para os africanos, Themba Zwane é a grande baixa porque está a cumprir uma partida de castigo por ter sido expulso.

Principais chaves para a vitória:

Se o trio composto por Thapelo Maseko, Relehobile Mofokeng e Oswin Appolis estiver afinado, Maxime Crépeau vai ser muito solicitado e a África do Sul fica mais perto dos oitavos.

Por outro lado, se Jonathan David e Tani Oluwaseyi forem mais letais na frente de ataque canadiana, Ronwen Williams terá de fazer uma exibição atenta porque são jogadores capazes de causar muitos desequilíbrios e finalizar.

A equipa mais concentrada e que cometer menos erros deverá vencer num duelo em que pela qualidade dos guardiões poderá ser decidido por um ou dois golos de diferença.

Factor-X:

Teboho Mokoena, quando é o dia dele, todo o carrossel sul-africano funciona.

Cyle Larin é um suplente de luxo e quando entra tem tido pé quente para alvejar as balizas adversárias.