Como consequência da falta de combustível nas bombas e nos mercados informais, automobilistas estão obrigados a parquear as suas viaturas à espera de uma solução.
Na cidade do Lubango há vários condutores a madrugarem nas longas filas que são quase intermináveis.
Associada à escassez de combustível, há também a escassez de gás de cozinha há duas semanas, o que está a dificultar a vida das famílias na Huíla.
Os cidadãos não sabem quando é que a situação ficará resolvida, visto que não sabem o que se passa com os combustíveis e o gás.
Na procura de gás, muitas pessoas estão a percorrer vários municípios na expectava de encontrar um local de venda, o que não tem acontecido.
Entretanto, a Sonangol distribuição e comercialização informa que nos últimos dias foram registados constrangimentos na cadeia de distribuição de combustível para a região sul do país, mas com maior incidência na província da Huíla.
Segundo a Sonangol, no âmbito do plano de medidas imediatas adoptadas para a reposição da normalidade, a região sul está a ser abastecida a partir do terminal oceânico do Namibe.
Conforme a Sonangol, para o regresso mais rápido à normalidade, a província da Huila terá um abastecimento reforçado nos próximos dias.
