Para o secretário-geral da UNITA, Liberty Chiyaka, a actualização do registo eleitoral representa o cumprimento de uma norma legal aprovada com o contributo da sua formação política.
Chiyaka sublinhou que a realização da prova de vida no período que antecede as eleições constitui um "instrumento importante para garantir maior fiabilidade ao processo".
"O nosso compromisso é com a transparência e a credibilidade do processo eleitoral. Angola ganha com eleições livres, justas, transparentes, democráticas e credíveis", afirmou.
O PRA-JÁ Servir Angola defende o reforço do acesso aos serviços de emissão do Bilhete de Identidade (BI) "como parte de uma estratégia mais ampla de inclusão cívica e participativa dos cidadãos" em idade de votar nas eleições gerais de 2027.
O líder do partido, Abel Chivukuvuku, diz que o Bilhete de Identidade "é uma ferramenta crucial para a inclusão cívica e um requisito indispensável para o direito ao voto nas eleições gerais de 2027.
"O PRAJÁ-Servir Angola tem realizado marchas e campanhas em diversas províncias para apelar à adesão ao Bilhete de Identidade", acrescentou o político.
O membro do Bureau Político da FNLA, Ndonda Nzinga, referiu que a sua organização vai estar empenhada na mobilização dos militantes para a actualização do registo eleitoral oficioso, "por constituir um dos pressupostos indispensáveis para o exercício da democracia".


