Em declarações ao Novo Jornal, a fonte adiantou que, "em nenhum momento a notícia [da imprensa brasileira] revela o nome de Bento Kangamba".

A fonte acrescentou que "o general não viaja há mais de um ano para aquele país da América do Sul".

Referiu ainda que o empresário "nunca recebeu qualquer notificação da polícia brasileira sobre a alegada ocorrência, nem manteve contactos com cidadãos dos países referenciados na informação".

"Na lista de cidadãos angolanos procurados pela Interpol figuram oito cidadãos", cujos nomes não mencionou, acrescentando: "[Na lista] não consta o nome do empresário [Bento Kangamba] e tais informações têm por finalidade denegrir a imagem de entidades angolanas", adiantou.

Nos últimos dias uma notícia divulgada pelo jornal Estado de São Paulo do Brasil refere que a PF do Brasil emitiu um mandado de captura contra o general Bento dos Santos Kangamba, por alegado envolvimento numa rede internacional de prostituição e tráfico de mulheres.

"O Estado apurou que, na Operação Garina deflagrada nessa quinta-feira, 24 [deste mês], a PF pediu e a Justiça concedeu a prisão do general Bento dos Santos Kangamba, caso ele desembarque no Brasil, e incluiu seu nome e o de um comparsa na lista de procurados da Interpol", lia-se no site Estadão.com.br/São Paulo, de 25 deste mês.

O jornal refere que o Ministério da Justiça deu acordo ao mandado de captura e Kangamba será preso caso desembarque no Brasil, estando o seu nome incluído numa lista da Interpol de pessoas a prender.

Ainda segundo o jornal, um outro mandado de captura foi também emitido contra Wellington Eduardo Santos de Sousa ex-membro de um agrupamento musical brasileiro.