De acordo com um documento divulgado pela Administração norte-americana, também Cabo Verde passa a estar obrigado a este pagamento.

Os dois países passam, segundo a Lusa, a integrar uma lista, actualizada na terça-feira nas páginas oficiais (travel.state.gov), que integra agora 38 estados e que já incluía a Guiné-Bissau desde 01 de janeiro e São Tomé e Príncipe desde 23 de outubro de 2025.

O montante será determinado "por um funcionário consular durante a entrevista de visto" e "a caução será reembolsada se o titular cumprir todas as condições do visto e sair dos Estados Unidos antes do termo do período de permanência autorizado", segundo avança a Lusa.

Os vistos B1/B2 válidos já emitidos mantêm-se válidos.

O pagamento da caução não garante a concessão do visto, mas o montante será reembolsado caso o visto seja recusado ou quando o titular do visto demonstre que cumpriu os respectivos termos.

Trump já tinha ordenado ainda a proibição total de entrada nos EUA para cidadãos do Afeganistão, Burkina Faso, Chade, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Iémen, Irão, Laos, Líbia, Mali, Myanmar, Níger, República Popular do Congo, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão e Sudão do Sul.