Leão XIV, que estará no País até terça-feira de manhã, escolheu para Angola o lema "Peregrino da Esperança, da Reconciliação e da Paz".
Estava prevista uma deslocação ao Palácio Presidencial, para uma visita de cortesia ao Presidente da República (PR), mas o Chefe de Estado decidiu receber, ele próprio, o líder da Igreja Católica. A acompanhar o PR está a primeira-dama, Ana Dias Lourenço.
Leão XIV traz consigo 67 jornalistas internacionais e angolanos e uma comitiva de 80 pessoas, nomedamente conselheiros e funcionários de apoio.

Depois de ouvir os hinos de Angola e da Santa Sé, Leão XIV e João Lourenço seguiram para cumprimentar as personalidades presentes no Aeroporto 4 de Fevereiro, incluindo diversos bispos, além de autoridades nacionais.
A primeira conversa protocolar entre Leão XIV e o Presidente João Lourenço ocorreu perto das 15:17, na sala de recepção protocolar do aeroporto, onde aconteceu um curto encontro a que assistiu a primeira-dama e o núncio apostólico no País.
Leão XIV entrou no 'Papamóvel' às 15:25, seguindo para o palácio. Já no exterior do aeroporto, o Papa foi saudado por centenas de pessoas que aguardavam a sua chegada.
Numa curta declaração à repórter Francisca Gonga, do Novo Jornal, na Nunciatura Apostólica, o Frei Turíbio, da Ordem dos Frades Menores, disse entusiasmado que a visita do Papa a Angola simboliza a união dos cristãos e a união dos fiéis em todo o mundo.
"Estando o Papa no nosso País, é mais uma oportunidade para renovarmos a nossa fé, para que possamos, também, viver de acordo com os ensinamentos de Cristo", disse este religioso, um dos milhares que a Igreja Católica mobilizou para este momento histórico em Angola.
"Esta é uma oportunidade que não se repete e devemos aproveitar para fortificar a nossa fé", acrescentou.




