O julgamento estava inicialmente agendado para o dia 15, mas ficou marcado por contestação após o tribunal, em sede de questões prévias, ter decidido colocar em liberdade, por excesso de prisão preventiva, o polícia acusado.

Perante a polémica, o próprio tribunal recuou na decisão e determinou a manutenção da prisão preventiva do arguido.

Por isso, Hélder Dimas Paulino voltará ao tribunal na condição de preso, sob custódia do Serviço Penitenciário.

O arguido é acusado do crime de homicídio qualificado e foi detido em Novembro de 2025, quando tentava fugir do País.