O tempo passou, as dinâmicas do campeonato evoluíram e várias gerações de avançados de raça surgiram nos relvados, mas o nome de Carlos Alves continua isolado no topo. A marca alcançada em 1980 permanece como uma das mais duradouras e respeitadas efemérides do futebol angolano.
Entre os artilheiros que mais perto estiveram de beliscar o trono destaca-se Amaral Aleixo, ao serviço do Sagrada Esperança, que fustigou as redes adversárias por 23 vezes em 1991. Onze anos mais tarde, Flávio Amado, o eterno camisola 9 do Petro de Luanda, igualou a fasquia. Já em 2016, foi a vez de Gelson Dala, a jovem promessa do 1.º de Agosto, atingir os mesmos 23 tentos.
Nenhum, porém, reuniu o fôlego necessário para dar o último passo rumo à imortalidade.
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