Opostamente aos últimos anos em que a final era disputada em dois jogos e às vezes com um terceiro encontro, denominado de finalíssima, desta vez num único desafio militares e libolenses vão tentar conquistar a segunda maior prova do calendário da Federação Angolana de Basquetebol.
As duas equipas totalizam 15 títulos conquistados, com proeminência para os agostinos, aliás são os detentores do maior número de troféus no geral, com 13, e a turma de Calulo tem apenas dois, vencidos em 2010 e 2011. O Petro de Luanda é a segunda equipa mais titulada desta competição, com 12 taças.
O Recreativo do Libolo, campeão nacional e africano, com certeza vai querer repetir a proeza de 2010, altura em que venceu a sua primeira taça, justamente diante do 1º de Agosto, e para isso poderá contar com os seus principais atletas, Carlos Morais e Olímpio Cipriano, que nos últimos jogos do campeonato (Bic Basket) já deram os seus contributos, recuperados que estão das lesões que os apoquentavam há algum tempo. A esses juntam-se Eduardo Mingas, Valdelício Joaquim, Bráulio Morais e Luís Costa.
A grande ausência na turma de Calulo é do base Milton Barros, que se encontra lesionado e será avaliado em Portugal nos próximos dias.
Já os militares, que ergueram esta taça pela última vez em 2012, vão tentar recuperar o troféu, em posse do Petro de Luanda há dois anos, e para concretização do objectivo vão contar com as experiências de Kikas Gomes, Reggie Moore, Armando Costa e Felizardo Ambrósio e dos jovens Edmir Lucas e Hermenegildo Santos.
Angop/NJ

