Nesta edição, o NJ apresenta um conjunto de situações de gestão interna que afectam a companhia aérea nacional há vários anos, tornando-a uma das empresas mais deficitárias do País e alvo de constantes críticas por parte dos cidadãos devido aos serviços prestados. São atrasos e cancelamentos em voos das rotas nacionais e internacionais, bem como problemas técnicos e nas infra-estruturas. Hoje, viajar pela TAAG é considerado por muitos cidadãos uma verdadeira odisseia, num cenário em que a transportadora parece alheia às necessidades dos seus passageiros. Juristas foram ouvidos para esclarecimentos sobre a responsabilidade civil da TAAG perante os seus clientes, sendo que a questão da defesa dos direitos dos consumidores também merece abordagem nesta peça. O NJ sabe que em algumas províncias existem cidadãos que se estão a organizar num movimento de «lesados da TAAG», com o objectivo de forçar a empresa a assumir as suas responsabilidades e a reparar os danos causados pelo alegado deficiente serviço prestado.

"De acordo com a equipa de gestão da empresa, os constrangimentos operacionais em alguns serviços domésticos e regionais resultam da indisponibilidade de aeronaves, devido a "condicionamentos" no fornecimento de peças de reposição que afectam todo o sector da aviação", noticiou o semanário Expansão em Abril último. A publicação citava uma informação oficial que mencionava que a TAAG teve 133 voos programados, tendo sido canceladas várias ligações, nomeadamente 12 voos para Cabinda.

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