A confirmarem-se as previsões, a exploração destas reservas permitirá ao país contrariar as últimas estimativas, atingindo a desejada meta de produção de dois milhões de barris de petróleo por dia.

Recorde-se que, em Fevereiro deste ano, a concessionária nacional estabeleceu esse valor como fasquia a atingir entre 2015 e 2016, e para manter por pelo menos por cinco anos.

Contudo, a Agência Internacional da Energia (AIE), no relatório anual sobre o petróleo no médio prazo (Medium-Term Oil Market Report 2016), apresentado também em Fevereiro passado, considerou que o país estaria arredado, pelo menos nos próximos cinco anos (até 2021), de atingir essa marca, sobretudo devido a problemas técnicos dos projectos de águas profundas.

Agora a petrolífera dá conta das mais recentes descobertas: uma refere-se ao poço Lira- 1 do bloco 15/14, na Bacia do Baixo Congo, a outra ao poço Lontra 1, do bloco 20/15, na Bacia do Kwanza.

A estes dois, acresce o poço Katambi-1, no bloco 24/11, também na bacia do Kwanza, cuja produção será partilhada com a petrolífera BP.