Na semana passada, o conhecido activista cívico Luaty Beirão foi impedido de proceder à recolha de imagens de vídeo na Comissão Nacional Eleitoral (CNE) por funcionários daquela instituição pública e agentes policiais que se encontravam à guarda do imponente edifício.

Beirão pretendia entregar uma carta à CNE, em sinal de protesto contra a forma como a INDRA foi apurada no polémico concurso para as eleições de 2026.

Em reacção, o activista, que se notabilizou no célebre processo "15+2", alegou que estava a exercer um direito constitucionalmente consagrado na CRA, ou seja, o direito de informar e ser informado.

Como que apanhados em contramão, os funcionários da CNE e os agentes policiais não foram capazes de apontar um único artigo da lei que impedia as filmagens nas instituições públicas, deixando transparecer que estavam a cumprir "ordens superiores".

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