Entre os mortos encontram-se vários casais, crianças e um recém-nascido com apenas três dias de vida, que seguiam viagem para Luanda.
Fátima Almeida, médica legista do Laboratório de Criminalística do SIC, em Benguela, avançou à imprensa que apenas os quatro ocupantes da motorizada de três rodas envolvida no acidente estão identificados.
Os 18 corpos carbonizados no autocarro permanecem por identificar, razão pela qual foi necessária a recolha de amostras de DNA junto dos familiares.
Segundo a especialista, esta quarta-feira,05, será feita a colheita de amostras biológicas dos corpos das vítimas para comparação genética, para o envio do material ao Laboratório Central de Criminalística do SIC-Geral, em Luanda.
Enquanto aguardam pela identificação dos seus familiares, os parentes vivem momentos de angústia. Quanto ao prazo para a divulgação dos resultados, o SIC realça que ainda não há uma previsão.
O Novo Jornal apurou que entre as vítimas está um jovem casal que viajava com o filho de apenas três dias de vida. A família seguia para Luanda com o objectivo de apresentar o bebé aos familiares da mãe.
Entretanto, na província do Kwanza-Sul, os pacientes que estavam internados no Hospital Geral do Sumbe já receberam alta médica.
Apenas três feridos em estado grave permaneciam internados, tendo sido já transferidos para o Hospital Geral do Queimados Presidente Julius Nyerere, em Luanda, devido à gravidade das lesões.
O acidente ocorreu localidade da Centralidade da Quibaúla, na Estrada Nacional 100, e envolveu um autocarro e uma motorizada de três rodas que transportava combustível, resultando em 22 mortos.
