O sindicato mostra-se preocupado com a não actualização das categorias, o perfil académico e a promoção de professores do grau de bacharel para o grau de licenciado.

Admar Jinguma, secretário-geral do SINPROF, assegura que "não é intenção" do sindicato voltar a paralisar as aulas no próximo ano, mas os professores não terão outra escolha caso o Governo finja que nada tem a cumprir e continue a falhar.

Segundo o SINPROF, o MED tem estado a falhar e não consegue resolver os problemas das promoções e do tempo de serviço.

Conforme o secretário-geral do SINPROF, o sindicato vai continuar a lembrar ao Governo o compromisso assumido nos acordos de 2021.

O SINPROF lembra que as paralisações são apenas consequências do incumprimento de questões que ficaram de ser revolvidas e caso o Governo não as resolva, não descartam tal possibilidade.

"A paralisação é consequência do incumprimento. Se houver atendimento, nem haverá o discurso da paralisação", afirmou Admar Jinguma em declarações à Rádio Essencial.

O Novo jornal sabe que no final de Junho, o SINPROF e o Ministério da Educação estiveram reunidos, mas não chegaram a acordo.

Segundo o SINPROF, o Executivo "adormeceu" depois do levantamento da greve geral da função pública a que os professores aderiram.