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Congoleses e chineses estão entre os maiores fornecedores de medicamentos vendidos no mercado informal. Dezenas de pessoas ganham a vida vendendo medicamentos em locais impróprios, num claro atentado à saúde pública. Esta actividade, que tem vindo a ganhar o rosto da normalidade nos principais mercados informais da cidade de Luanda, é justificada com a falta de emprego e condições financeiras para se obter fármacos em locais apropriados.






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Isabel dos Santos partilhou a sua experiência empresarial na London School of Economics, em Inglaterra, rejeitando, uma vez mais, a ideia de que teve a vida facilitada por ser filha do Presidente de Angola. "Comecei por vender o meu carro. Tinha cerca de 30 mil dólares nos bolsos", recordou a hoje bilionária, garantindo que foi preciso esperar seis anos até conseguir "chegar a algum lado", numa época em que o acesso ao crédito bancário não fazia parte dos planos de negócio. "Hoje sou feliz por dizer que devo muito dinheiro a muitos bancos".


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Na parte de trás dos táxis enviam mensagens escritas, por vezes bem-humoradas, "aqui vocês perdem rede", outras menos simpáticas, "ignoro todos os inchidores". São "dicas" que expõem a personalidade do taxista, mas podem esconder uma vida dura de 15 horas por dia a furar o caótico trânsito de Luanda porque sabem que, por cada quilómetro corrido, estão um quilómetro mais perto do sonho de serem donos do carro que conduzem.


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Soma e segue o número de clientes bancários insatisfeitos com os serviços prestados nos balcões dos mais de 25 bancos comerciais que operam no sistema financeiro nacional. Segundo a Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC), desde o início do ano já houve 245 reclamações, o que dá uma média de 3,4 por dia. O Novo Jornal foi conhecer algumas das histórias que explicam este aumento.


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Uma mulher, grávida de gémeos, deu à luz um dos bebés num posto de saúde do bairro Terra Nova, e o nascimento do segundo, devido a complicações, teve de ser na maternidade Lucrécia Paim, em Luanda, onde terá nascido morto, mas, oito dias depois, os pais ainda não viram o corpo do filho.


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Não é novidade para ninguém que as relações entre Angola e Portugal percorrem, desde 1975, terrenos escorregadios. Há quem diga mesmo que são terrenos minados. Com picos de excelência e de rugosidade visíveis. Actualmente, estão numa fase escorregadia, por causa do processo judiciai que envolve o Vice-presidente Manuel Vicente. Sobre este caso, o Novo jornal online ouviu dois analistas da realidade sociopolítica angolana, o jornalista Ismael Mateus e o sociólogo Paulo de Carvalho, e o resultado é o que se segue.


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Depois da atracção inicial, a Centralidade do Sequele, Cacuaco, como nas outras erguidas na periferia de Luanda, assistiu a uma corrida aos seus apartamentos, mas, agora, começam a surgir os problemas e, em muitos casos, a frustração que leva à saída de moradores porque não conseguem suportar os custos do ensino dos filhos, os hospitais estão longe... sem esquecer a despesa mensal com o combustível.



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Em cada esquina do distrito do Palanca nasce uma "igreja", são já às centenas os locais ocupados por seitas de quem poucos ouviram falar. A administração distrital contou 201 templos, 65 destes são ilegais. A sua proliferação é de tal ordem que as autoridades locais admitem estar preocupadas com o fenómeno e dizem que vão apertar o cerco às seitas que ali se instalam à margem da lei.



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