Com uma das maiores procuras por chocolate do planeta, os Estados Unidos figuram também entre os principais importadores mundiais de chocolate e de produtos à base deste alimento. As importações do sector atingem aproximadamente cinco mil milhões de dólares por ano, reflectindo a dimensão do mercado norte-americano e o forte apetite dos consumidores pelo produto.

Antes mesmo de a partida começar, a polémica já tinha tomado conta do ambiente, após a possibilidade de expulsão de Folarin Balogun ter sido levantada, num episódio que levou Donald Trump a agradecer à FIFA através das redes sociais.

No relvado, a Bélgica entrou determinada e quase abriu o marcador logo nos primeiros segundos, quando Timothy Castagne rematou de fora da área, obrigando Matt Freese a uma intervenção decisiva para desviar a bola para canto.

A pressão belga surtiu efeito aos nove minutos, com Charles De Ketelaere a aparecer no momento certo para finalizar o cruzamento rasteiro de Nicolas Raskin.

Os Estados Unidos reagiram e chegaram ao empate através de um livre directo cobrado por Malik Tillman, o segundo golo de bola parada do jogador do Bayern Munique no torneio.

Aos 32 minutos, porém, De Ketelaere voltou a marcar. O avançado belga completou de cabeça um cruzamento de Leandro Trossard, colocando novamente os "Diabos Vermelhos" em vantagem.

A frustração tomou conta do banco dos Estados Unidos, com o seleccionador Mauricio Pochettino a reagir com um pontapé nas garrafas de plástico após mais um momento negativo da equipa.

Na segunda parte, a Bélgica ampliou a vantagem aos 57 minutos, por intermédio de Hans Vanaken, que tinha entrado aos 21 minutos para substituir Amadou Onana, obrigado a abandonar o jogo devido a uma lesão.

Já nos descontos, aos 90+3 minutos, Romelu Lukaku, lançado no decorrer do jogo, confirmou a goleada e selou o triunfo belga por 4-1.

Nos quartos-de-final, os "Diabos Vermelhos" vão defrontar "La Roja" na próxima sexta-feira, dia 10, às 20:00, no horário de Angola.