Tirando um remate de Puerta para a Colômbia, um de Fabian Rieder e outro de Dan Ndoye para a Suíça, todos travados por Gregor Kobel e Camilo Vargas, pouco mais houve de significativo para contar durante os primeiros 90 minutos.
Nenhuma das duas selecções quis oferecer ao adversário a oportunidade de desferir o golpe decisivo. A cautela e o respeito mútuo prevaleceram, o risco foi reduzido ao mínimo e o encontro caminhou inevitavelmente para o prolongamento.
As melhores oportunidades surgiram aos 111 minutos, primeiro com um remate de Jhon Lucumí que criou perigo e depois com Jaminton Campaz a desperdiçar uma ocasião soberana para decidir a eliminatória.
Durante 120 minutos, o relógio suíço pareceu parado. Quando chegou a hora dos penáltis, Gregor Kobel transformou-se na engrenagem decisiva que voltou a pôr os helvéticos em movimento.
Na lotaria dos onze metros, a precisão suíça apareceu finalmente. Davinson Sánchez acertou na trave pela Colômbia, Kobel defendeu o remate de Cucho Hernández e Rubén Vargas assumiu a responsabilidade pelo disparo que confirmou o regresso da Suíça aos quartos-de-final 72 anos depois.
Segue-se a Argentina, nos quartos-de-final, num encontro que da última vez que foi disputado nos oitavos-de-final sorriu à "Albiceleste" no Mundial do Brasil em 2014, por 1-0, com golo de Dí Maria.


































































































