Do lançamento da primeira pedra para 225 casas aos dias de hoje, o governador provincial de Benguela, José Manuel Nunes Júnior, preencheu o intervalo a garantir aos sinistrados das cheias que "já começámos a construir as vossas casas", tendo reiterado uma mensagem contrária à realidade numa área sem água e com mais empresas do que propriamente sinais de moradias.
São três meses de inverdades que continuam a ser desmontadas por líderes comunitários que se deslocam regularmente ao bairro da Graça, arredores da cidade de Benguela, mas o discurso do governante serve para acalentar esperança no único centro de acolhimento dos sinistrados.
A meio desta semana, tal como verificou o Novo Jornal, decorria ainda a montagem dos estaleiros de três outras empresas, que se juntam aos chineses da Xu Zhang Na Zhong, o empreiteiro principal contratado por ajuste directo.
As empresas que agora se instalam, uma vietnamita e duas locais, a Tchicamby Construção Civil e Obras Públicas e a JFS, surgem à boleia das vozes que cedo defenderam a inclusão de outras operadoras.
Leia este artigo na íntegra na edição semanal do Novo Jornal, nas bancas, ou através de assinatura digital, pagável no Multicaixa. Siga o link: https://reader.novavaga.co.ao/
