Trata-se de um financiamento que faz parte da contribuição global da UE para o Fundo de Emergência de Resposta a Catástrofes (DREF) da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), reporta a Lusa, que cita o órgão comunitário europeu.
O fundo destina-se, igualmente, a reforçar os esforços da Cruz Vermelha de Angola na prestação de ajuda a mais de 17.500 pessoas, através da disponibilização de abrigo, água potável, cuidados de saúde e apoio sanitário.
Desde Fevereiro de 2026, o rasto de destruição causado pelas fortes chuvas, iniciado no Cunene, alastrou-se ao Cuando Cubango e estendeu-se a Benguela e a Luanda, acrescenta a mesma fonte.
Esta situação coloca a população em risco devido à possibilidade de propagação de doenças associadas às condições de insalubridade, à contaminação de fontes de água e às deficiências nos sistemas de drenagem.
O projecto de resposta à emergência vai decorrer até ao final do ano, conclui a agência noticiosa portuguesa.
