No horizonte, pairam dúvidas e incertezas quanto à lisura e transparência desse processo, já que, nas últimas eleições de 2022, o mesmo ficou ensombrado por mais de dois milhões de falecidos que não foram expurgados das listas eleitorais. O Ministério da Justiça não respondeu às questões levantadas pelo NJ.

A manutenção de mais de dois milhões de falecidos na Base de Dados de Cidadãos Maiores (BDCM) e no Ficheiro Informático de Cidadãos Maiores (FICM) foi, sem dúvidas, um dos assuntos mais comentados e polémicos nas eleições de 2022.

Muitos questionaram as razões da continuidade dos nomes de pessoas falecidas, em elevada quantidade, que não tinham sido expurgados das listas, uma tarefa que, por força da Lei Eleitoral, cabia ao Executivo, por via do Ministério Justiça.

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