Segundo o balanço do SPCB, foram registados seis afogamentos, um abandono de feto, quatro presumíveis suicídios, três mortes por causas indeterminadas, três por queimaduras, três por inalação de monóxido de carbono e cinco em acidentes de viação.

Quanto aos feridos, sete foram vítimas de acidentes rodoviários, 13 de agressão física, dois de picadas de abelhas e três de queda aparatosa.

Os incêndios ocorreram nas províncias de Lunda-Sul, Luanda, Huíla, Huambo, Bié, Malanje, Cunene, Cuanza-Sul, Icolo e Bengo, Cubango, Benguela, Moxico e Uíge.

A tragédia a destacar aconteceu no município dos Mulenvos, em Luanda, onde se presume que o fogo tenha sido provocado por um curto-circuito.

O incêndio resultou na morte imediata de duas mulheres, de 32 e 45 anos, e de um menor de dois anos. Outros dois membros da família ficaram gravemente feridos.

O documento aponta ainda o fogo posto, curto-circuito, negligência e fuga de gás como as presumíveis causas dos incêndios que afectaram os sectores do ambiente, habitação, transporte, comercial e público.