Fátima Jerónimo Dias e Cláudio Ezequiel Chimbinda juntaram-se a outros quatro alunos, dois quenianos e dois ivoirienses, para vencerem um concurso em que participaram alunos vindos de universidades, de Moçambique, África do Sul e República Democrática do Congo, entre outras.

Durante o concurso, os alunos são obrigados a agir num contexto simulado de um tribunal.

É-lhes dado um caso hipotético e, a partir daí, coadjuvados por professores, têm de interpretar diversos papéis, da acusação à defesa, de advogados a juízes, respeitando os princípios universais do direito, com particular atenção aos instrumentos africanos de defesa dos direitos humanos.