No País, 24,6% dos agregados familiares, o equivalente a mais de 2,2 milhões de famílias, não dispõem de qualquer tipo de casa de banho e recorrem ao ar livre ou espaços improvisados para satisfazer as necessidades fisiológicas, revelam dados do Censo Geral da População e Habitação 2024.
O problema é mais acentuado nas zonas rurais, onde 58,4% das famílias (1.787.760) não têm qualquer retrete ou sanita. Já nas áreas urbanas, a taxa desce para 7,7% (463.447 agregados).
Entre as províncias mais afectadas, a Huíla lidera o ranking com 431.895 agregados familiares sem acesso a saneamento, seguida de Benguela (269.427) e do Kwanza-Sul (239.611). No extremo oposto, Cabinda (13.175) e Kuando-Kubango (20.422) registam os números mais baixos.
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