A informação foi avançada à imprensa pelo Provedor de Justiça, Carlos Alberto Pinto, durante a visita que efectuou a este estabelecimento penitenciário, enquadrada no Programa da Semana do Provedor de Justiça, que teve início no dia 19 deste mês e vai até Sábado.

"É bastante preocupante isto, porque há detidos que estão em situação de prisão preventiva há seis anos", disse.

Carlos Alberto Pinto comprometeu-se a resolver o problema junto dos órgãos de justiça bem como todas as outras irregularidades que afectam os reclusos.

"Vamos advertir as entidades competentes, incluindo a direcção da unidade penitenciária e os procuradores, para resolverem as situações de excesso de prisão preventiva", disse, acrescentando que a Provedoria de Justiça (PJ) está empenhada em dar solução a estas situações.

"As preocupações dos reclusos serão levadas em consideração pelos órgãos de Justiça", aponta, sublinhando que a Provedoria de Justiça vai trabalhar arduamente para acabar com o excesso de prisão preventiva em Angola.