O titular da pasta da Economia do país informou que está em curso um processo que visa a liquidação e extinção de firmas naquelas condições.
Explicou que se o processo em curso concluir que as empresas não têm sustentabilidade e constituem apenas despesas para o Estado, serão, após liquidação, extintas, mas aquelas que forem de interesse público receberão financiamento do Estado.
"Muito brevemente teremos redução das empresas paralisadas porque elas já não existirão e porque constituem custo adicional para o Estado. Elas não produzem o suficiente para manter os seus salários e assegurar e funcionamento normal dos seus serviços", previu o ministro.
Actualmente, o Estado possui 91 empresas, entre activas, residuais com actividade residual, em fase de desenvolvimento/recuperação da sua capacidade de exploração, empresas em fase de arranque e empresas paralisadas.
As empresas com actividade residual são aquelas paralisadas mas que geram receitas mediante o arrendamento do seu património imobiliário ou empresas activas que operam abaixo da sua capacidade instalada.
Empresas em fase de desenvolvimento/recuperação da sua capacidade de exploração, aquelas que se encontram a realizar investimentos voltados para o desenvolvimento/recuperação da sua capacidade operacional.
Empresas em fase de arranque, constituídas a menos de dois anos e que não estejam ainda a desenvolver actividades operacionais
Empresas paralisadas - empresas sem actividade operacional e sem capacidade de gerar receitas (incluindo por meio do arrendamento do seu património imobiliário).
Angop/NJ
