Quarta-feira, 05, foi o prazo para a Subcomissão de Candidaturas do MPLA para o Congresso Ordinário de Dezembro próximo remeter o contraditório solicitado pelo Tribunal Constitucional em sede da providência cautelar apresentada pelo pré-candidato Higino Carneiro.
Até ao fecho desta edição, o NJ não conseguiu apurar se o MPLA respondeu, em tempo útil, aos legais oito dias dados pelo tribunal. Interrogado, Esteves Hilário, secretário para a Informação e Propaganda do Bureau Político do partido no poder, não entrou em detalhes sobre o assunto, limitando-se a dizer que "o MPLA nunca deixou de cumprir uma decisão judicial, naturalmente, não será desta vez. Estamos a agir com serenidade nos estritos termos da lei e com a mesma serenidade aguardaremos e cumpriremos a decisão que vier do Tribunal Constitucional", garante.
Higino Carneiro é acusado de graves irregularidades no processo entregue a 25 de Junho, com destaque para as assinaturas de supostos militantes não inscritos nos comités de acção do partido, cartões descontinuados com datas de emissão recentes, listas assinadas por uma única pessoa em nome de várias e bilhetes de identidade falsos.
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