Localizada na Urbanização Nova Vida, o edifício, de cinco andares, integra departamentos como, valorização de resíduos, gestão de resíduos e infraestruturas, de tecnologia de informação, de finanças e gabinete jurídico.

Para Maria de Fátima Jardim, com a inauguração da Agência Nacional de Resíduos (ANR) dá-se uma nova viragem em matéria de gestão e tratamento de resíduos de forma mais adequada.

Esperamos que a agência cumpra com os planos estratégicos traçados para se dar início ao programa de recolha selectiva e reciclagem de resíduos, com vista a promoção da saúde e bem-estar das populações, disse a responsável.

Acrescentou que, a ANR vai ajudar na execução de normas e tratamento adequado dos resíduos hospitalares e outros resíduos urbanos.

Fátima Jardim pediu maior responsabilidade da parte das operadoras de limpeza e empresas de saneamento, assim como o apoio da própria população na gestão dos resíduos.

Sob o comando de Sabino Pereira Ferraz, presidente do Conselho de Administração, a agência, sob tutela do Ministério do Ambiente, vai regulamentar a actividade de concessão de serviço público na área de resíduos, executar a política de gestão de resíduos, na prevenção da produção, reutilização, reciclagem, valorização e eliminação de resíduos, com critérios de protecção ambiental, viabilidade económica, qualidade e eficiência do serviço.

Propor medidas legislativas, técnicas e económico-financeiras em matéria de política de gestão de resíduos, contribuir para o cumprimento de leis, regulamentos e normas aplicáveis, são entre outras, as funções atribuídas a este organismo.

A Agência Nacional de Resíduos foi criada ao abrigo do Decreto Presidencial 181/14, de 28 de Julho.

Angop/NJ