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Fissuras nas paredes, vidros partidos, portas destruídas, paredes sujas, salas sem meios de ensino, falta de professores e autocarros paralisados por falta de motoristas e manutenção é o retrato do Complexo Escolar das Artes (CEARTE), em Luanda.

À excepção dos cursos da área de música, as oficinas/laboratórios dos cursos de pintura, escultura, gravura, cerâmica, educação visual e plástica estão sem equipamentos, o que dificulta o desenvolvimento de determinadas habilidades artísticas. Por exemplo, para as aulas práticas de cerâmica e escultura, precisa-se de carpintaria e forno eléctrico.

Nas poucas aulas práticas, quer de artes plásticas, escultura e cerâmica, os instrumentos, tintas e outros meios são adquiridos pelos estudantes no mercado informal. Além das dificuldades a nível de bibliografia de ensino, os mil e 144 alunos que estudam no CEARTE recorrem às moto-táxis para as idas e voltas a preços que variam dos 300 aos 500 kwanzas.

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