A informação avançada pela administradora municipal do Songo, Adelina Pinto, dá conta que dezenas de casas ficaram destruídas em três localidades daquele município, que dista 40 quilómetros a norte da cidade do Uíge.
"No fim do levantamento vamos canalizar os dados às instâncias competentes para os possíveis apoios", referiu Adelina Pinto, acrescentando que a administração municipal vai também colaborar na ajuda que o Serviço Nacional de protecção Civil e Bombeiros prestar aos sinistrados.
As primeiras ajudas, segundo aquela responsável, foram a distribuição de chapas de zinco.
Também na província de Cabinda, igualmente no norte de Angola, onde na semana passada 200 famílias ficaram ao relento em consequência de fortes chuvas, o Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros distribuiu aos sinistrados 100 toneladas de produtos diversos.
As ajudas foram entregues, no domingo, pelo Secretário de Estado do Ministério do Interior para a Protecção Civil e Bombeiros, Eugénio Laborinho, que se deslocou ao enclave para avaliar a situação.
Em declarações à imprensa, Eugénio Laborinho disse que os voos iniciados na sexta-feira vão continuar a levar apoio, nomeadamente arroz, leite, óleo, feijão, cobertores e chapas de zinco, até que a situação esteja normalizada.
Na altura, o administrador municipal de Cabinda classificou a situação como "extremamente alarmante", tendo apelado a uma intervenção ao mais alto nível para acudir os sinistrados.
Lusa / Novo Jornal

