A preocupação foi manifestada, ontem, terça-feira, 2 de Janeiro, pelo responsável da hemoterapia, Aristides Timóteo, em declarações à Angop.
O responsável informou que a situação tem obrigado os familiares dos doentes a doar sangue, explicando que, diariamente, em média, são realizadas 55 transfusões sanguíneas, e apelando, por isso, "à sociedade civil para doar voluntariamente sangue à maior unidade sanitária desta região".
"Esperamos que as igrejas, partidos políticos e demais organizações da sociedade nos possam acudir, doando sangue para salvar vidas. Estamos, desde Novembro, a viver uma situação muito difícil", reforçou.
