Diferente do que aconteceu nas visitas dos papas João Paulo II (1992) e Bento XVI (2009), que encontraram um movimento de escuteiros composto por membros de várias denominações religiosas, o actual líder da Igreja Católica, o Papa Leão XIV, que vem ao País a partir do dia 18 deste mês, encontrará o "escutismo em cisão", depois da saída dos fiéis católicos do movimento em Setembro do ano passado.
A decisão tomada pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) é justificada pela necessidade de se conferir um caris mais Católico Cristão ao escutismo praticado na Igreja Católica, ao sentir-se uma fraca cultura cristã que se foi implantando no seio do movimento.
A CEAST manifesta, igualmente, a necessidade de se reflectir sobre o fenómeno, ordenando a suspensão da Associação do Movimento Católico da Associação Nacional dos Escuteiros de Angola.
Membro da Associação dos Escuteiros de Angola (AEA), Alexandre Cose defende que o processo ocorrido no ano passado deve ser entendido como uma reorganização natural e legítima, no âmbito da afirmação da identidade do escutismo católico, conforme a orientação da igreja.
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