A greve dos professores logo no inicio do ano lectivo é um sinal da falta de organização, de estratégia e da incapacidade negocial do Ministério de Educação (MED) liderado por Erika de Carvalho. Desde sua chegada ao cargo em Fevereiro último, não se dignou a arranjar tempo na sua agenda para dialogar com os seus parceiros sociais como o SINPROF (Sindicato dos Professores), ANEP ( Associação Nacional do Ensino Particular), APA (Associação dos Professores Angola), UNTA ( União Nacional dos Trabalhadores de Angola) e outros.