Dois meses de consultas, com passagens pela Administração Geral Tributária e Imprensa Nacional, não trouxeram informações sobre a identidade da AGL Lobito Terminal (ALT), empresa associada à falta de transparência nas concessões e violação de direitos de trabalhadores no Porto do Lobito, província de Benguela.
Baixos salários, subsídios de produtividade longe dos esperados e condições desumanas nos turnos sustentam as ameaças de greve na ALT, criada no quadro da concessão, em 2023, da gestão dos Terminais de Carga Geral e de Contentores.
O concessionário é a Africa Global Logistics (AGL), pertencente ao Grupo Mediterranean Shipping Company, mas é a ALT que carrega o ónus de um ambiente de tensão numa das referências do Corredor do Lobito.
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