O titular do pelouro dos Transportes fez esta afirmação na cidade portuária do Lobito, no quadro da visita que realizou àquela província, em companhia do homólogo da Zâmbia Yafunkwa Mucanga.
De acordo com o ministro, neste momento os governos da República Democrática do Congo e da Zâmbia estão a debater as zonas de conexão, fazendo estudos e projectos técnicos, assim como formar equipas para que depois se passe para a acção prática.
Segundo Augusto Tomás, enquanto as linhas directas não estiverem concluídas, o trajecto será feito via Luau/Dilolo (na província leste do Moxico), para a República Democrática do Congo.
Explicou ainda que nos trabalhos para a fronteira do Congo Democrático faltam apenas 20 quilómetros de extensão, um resultado considerado favorável.
Para o corredor do Lobito, acrescentou o governante, estão previstas a construção de entrepostos aduaneiros de apoio à logística, para proporcionar o desenvolvimento da região.
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