Sindicato de bancos da China e bancos comerciais angolanos, accionados pelo Governo para empréstimos de 2 mil milhões de dólares e de USD 170 milhões, continuam sem respostas concretas, mas o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, descarta paralisação das obras na Refinaria do Lobito, em Benguela, e reforça a ideia de que "não há pressão" na corrida ao empreendimento da segurança energética e autonomia em termos de derivados do petróleo.
Até Janeiro deste ano, quando o Presidente da República, João Lourenço, recebeu a informação de que o nível de execução física andava em 23 por cento, a petrolífera angolana, único financiador, já só contava com 281 milhões de dólares para operações ao longo do primeiro semestre.
Agora, com as autoridades ainda à procura de parceiros, seja para entrada na estrutura accionista, seja para investimento na empreitada, o ministro Diamantino de Azevedo assume diálogo com várias instituições financeiras, mas assegura que o cronograma prevalece intacto.
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