Entre 2022 e 2024, período da aplicação dos 8,5 mil milhões de kwanzas da capitalização, a Empresa Provincial de Águas e Saneamento de Benguela (EPASB) pagou por serviços que as Comissões Sindicais associam às denúncias de gestão danosa e afronta à legalidade, alguns dos quais, como referem trabalhadores ouvidos pelo Novo Jornal, sem "efeitos práticos".

O mais volumoso de três contratos à lupa dos sindicalistas, avaliado em 497 milhões e 500 mil kwanzas, foi celebrado com a Consult, Sociedade Angolana de Estudos e Consultoria, para a elaboração de normas e procedimentos.

As Comissões Sindicais, já com exposições na Procuradoria-Geral da República (PGR), observam que a base para a política das normas e procedimentos foi elaborada por técnicos da própria EPASB, que viram o seu esforço "diluído" em mãos de um privado.

Leia este artigo na íntegra na edição semanal do Novo Jornal, nas bancas, ou através de assinatura digital, pagável no Multicaixa. Siga o link: https://reader.novavaga.co.ao/