O incidente expôs fragilidades na rede e provocou constrangimentos a milhões de utentes em todo o País, que durante dias tiveram dificuldades em chamar táxis por aplicativo, consultar o saldo bancário ou efectuar pagamentos.

Na sequência do ataque, as lojas da Africell e da Movicell registaram um aumento de procura e longas filas de cidadãos que procuravam manter-se comunicáveis. A demanda excessiva terá provocado também lentidão nos sistemas operativos das operadoras alternativas.

A terceira reunião preparatória da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral vai decorrer durante cinco dias, conta igualmente com especialistas e representantes dos Estados-Membros da SADC que vão debater a gestão do espectro radioeléctrico, a integração regional e o reforço da conectividade na região.

Segundo o Jornal de Angola, da agenda dos trabalhos consta ainda a discussão sobre a resiliência das infra-estruturas de telecomunicações e a definição da agenda comum entre os vários países da SADC perante a União Internacional das Telecomunicações (UIT).

Angola conta actualmente com o satélite Angosat-2, que tem apoiado a conectividade em zonas remotas e de difícil acesso através do programa Angola Conecta.