Aguinaldo Jaime aproveitou a cerimónia oficial da entrada da UNITEL na Bolsa de Valores de Luanda para abordar este problema melindroso para a empresa, quando ainda se sentem na totalidade os efeitos do "apagão" que começou na madrugada de terça-feira, 28.
O líder da UNITEL sublinhou que a empresa está a investigar a origem do ataque, com o objectivo de repor quanto antes os serviços afectados, lembrando que a cibersegurança "é hoje um dos maiores desafios" que enfrentam todos os sectores de actividade e em todo o mundo.
No entanto, Aguinaldo Jaime notou que as empresas de telecomunicações, estando entre as que mais ataques cibernéticos sofrem, distinguem-se igualmente por serem as que de forma mais eficaz, responsável e rapidamente a eles respondem.
O PCA da UNITEL garantiu ainda que a empresa que agora chega ao mercado de valores nacional, tem como uma das suas prioridades permanentes o reforço da sua cibersegurança, apostando sempre na melhoria da sua capacidade técnica e meios para esse fim.
"Melhoramos as nossas equipas e meios e adoptamos as melhores práticas internacionais conhecidas neste esforço global de combate a cibercriminalidade", apontou o responsável máxima da UNITEL quando falava na cerimónia que estava a ser transmitida pelo canal da BODIVA online.
Aguinaldo Jaime assegurou ainda que a empresa está a colaborar com as autoridades na procura dos responsáveis e dar todo o contributo na investigação em curso, lembrando que este sector, em todo o mundo, está a enfrentar um ambiente digital mais complexo a cada dia que passa.
Este tipo de ataque cibernético, em diversas ocasiões similares, levou os hackers responsáveis pelas investidas a exigir pagamentos avultados para oferecer a solução, mas a esse respeito Aguinaldo Jaime nada adiantou não confirmando nem desmentindo.

