O novo Conselho de Administração do Entreposto Aduaneiro de Angola (EAA), nomeado esta semana pelo Presidente da República, João Lourenço, vai encontrar um pedido de anulação do despedimento de 150 trabalhadores, patente numa nota de repúdio em que a Comissão Sindical «arrasa» a gestão da empresa com denúncia de falta de estratégia para alavancar a actividade comercial, e de destino incerto de produtos alimentares importados entre 2022 e 2023.
A nota, já em posse do Novo Jornal, chegou à Presidência da República poucos dias antes da exoneração do PCA, Eduardo Júlio de Almeida Machado, ex-coordenador da Comissão de Gestão, criticado devido ao que os trabalhadores chamam de "processo compulsivo de despedimentos" sem explicações convincentes e inexistência de procedimentos legais em matéria de Direito.
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