Numa conferência de imprensa decorrida no auditório das Irmãs Paulinas, em Luanda, na quarta-feira, 29, representantes de organizações da sociedade civil, nomeadamente a Kutakesa, Assoge e Handeka/Mudei denunciaram o que consideram a inconstitucionalidade da Lei 2/26, também conhecida por Lei das ONG's.
Segundo os promotores da iniciativa, a referida lei visa "legitimar a perseguição, o controlo e a eliminação da participação cívica dos angolanos", estando em rota de colisão com o livre exercício da cidadania.
Os activistas Hermenegildo Teotónio, Zola Álvaro e Verónica Pereira revelaram que o acto constitui o primeiro manifesto público no sentido de mobilizar "o conjunto de organizações, instituições e cidadãos que actuam colectivamente na promoção e defesa dos interesses públicos, voluntários e comunitários".
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