Este circuito ilegal aproveita-se para vender cartões previamente comprados no Huambo, cobrando 2.500 kwanzas, segundo denunciaram ao Novo Jornal vários comerciantes que recorrem aos chamados "comboladores".
A actividade é feita à margem do atendimento oficial da operadora e à porta da agência central da UNITEL local.
Embora os serviços tenham sido repostos a nível nacional, alguns clientes enfrentam constrangimentos na hora de telefonar para os familiares.
É o caso de Feliza Txisuza, munícipe de Saurimo, que há vários dias tenta adquirir um cartão SIM, sem sucesso. "A impossibilidade de obter o serviço está a dificultar a comunicação com familiares", lamenta a cliente.
Outros cidadãos também procuram a agência para obterem uma segunda via, fazerem a actualização de número ou simplesmente para voltarem a estar ligados à rede.
Contudo, ainda se registam falhas na região. Esta situação tem feito o negócio da compra de cartões no mercado paralelo continuar a ganhar terreno.








