Segundo o Ministério da Saúde (MINSA) foram igualmente sinalizados 27 casos na província de Benguela, 26 na província do Bengo, sete na de Malanje, e seis na de Icolo e Bengo.

Os seis óbitos foram registados na província de Luanda (2), na do Cuanza Norte (2), na de Benguela (1) e na do Bengo (1).

Nas últimas 24 horas receberam alta 71 pessoas e actualmente, estão internadas 277 pessoas com cólera, segundo o MINSA.

Desde o início da epidemia foi reportado um total cumulativo de 8.735 casos, sendo 4.201 na província de Luanda, 2.511 na do Bengo, 819 na do Icolo e Bengo, 549 na do Cuanza Norte, 249 na de Benguela, 218 na de Malanje, 52 na do Zaire, 50 na de Cabinda, 36 na do Cuanza Sul, 23 na província do Huambo, 15 na do Uíge, sete na da Huíla, dois na província do Bié, um no Cunene, um no Cubango e um na Lunda Sul-

Ocorreram até agora 335 óbitos, dos quais 156 na província de Luanda, 96 no Bengo, 40 no Cuanza Norte, 21 no Icolo e Bengo, dez em Benguela, seis em Malanje, três no Cuanza Sul, dois no Zaire e um em Cabinda.

Recorde-se que, segundo dados recolhidos em diversos estudos internacionais, com incidência nos países menos desenvolvidos, em média existem mais quatro doentes por cada um confirmado laboratorialmente.

A razão principal para esta disparidade é que as unidades de saúde nem sempre dispõem dos componentes básicos para a testagem e porque muitos dos casos são assintomáticos, embora estes portadores do vibrião colérico, agente responsável pela doença a continuem a transmitir na comunidade em que estão inseridos.

Água e alimentos infectados e mal higienizados são a principal causa na transmissão comunitária da cólera.

A vacina e a higiene são os métodos mais eficazes para combater a propagação desta doença, considerada globalmente como uma infecção do 3º mundo.

Contactos de Apoio: 111, 931061381, 923695482 e 934271674.