Os seis efectivos - um inspector-chefe, um inspector, um subchefe e três agentes de investigação criminal - são acusados da prática dos crimes de abuso no exercício de cargo e introdução em casa alheia.
Segundo a direcção do SIC, o processo surge no âmbito das acções internas de responsabilização e controlo disciplinar.
A sessão de julgamento vai decorrer no anfiteatro da direcção-geral, em Cacuaco, depois de ter sido reagendada. Inicialmente estava marcada para o dia 27 de Maio, mas foi remarcada para esta quarta-feira, devido a problemas de energia eléctrica no anfiteatro do SIC-geral.
O Novo Jornal soube que a detenção dos seis efectivos ocorreu no dia 21 de Maio, no município do Sequele, província do Icolo e Bengo, quando os efectivos subtraíram, fraudulentamente, diversos bens de um estaleiro apreendido, que tinham a missão de proteger.
A sua detenção permitiu ao SIC recuperar, em posse de um dos envolvidos, arcas, geleiras, aparelhos de ar condicionado, botijas de gás e um gerador.
