A porta-voz dos serviços provinciais de Protecção Civil e Bombeiros, Júlia da Conceição, esta segunda-feira, 6, à imprensa, indica que, dee acordo com os dados preliminares, "as idades das vítimas feridas, que deram entrada nas unidades hospitalares das respectivas locaiddades, variam entre os seis e os 38 anos".
No domingo, 5, a chuva torrencial cortou a circulação rodoviária na estrada nacional 323 em direcção ao município de Kiwaba Nzoji, a Norte da região.
A pressão e as inundações provocaram a destruição por completo da ponte sobre o rio Kizole, o colapso da do rio Mufuma e o desabamento da infraestrutura sobre o rio Ngola.
O vice-governador de Malanje para o sector técnico e infraestruturas, Engenheiro Duarte Ginga, esteve no domingo na região de Kiwaba Nzoji com uma equipa técnica a avaliar os prejuízos provocados pela degradação das pontes, privando a circulação de pessoas, mercadorias e do comércio.
Nesta altura estão igualmente isoladas do resto da capital provincial, Malanje, os habitantes dos municípios de Cahombo, Cambo Sunjinji, Cunda Dya Base, Banje Ya Ngola, Marimba e Milando.
Uma equipa técnica do Governo Provincial, encabeçada pelo vice-governador para o sector técnico e infraestruturas, que avaliou no domingo, 5, a gravidade da sinistralidade está nesta altura a seguir viagem pela estrada que liga a cidade de Malanje ao município do Ngola Luigi.
Neste segunda-feira, 6, o administrador municipal de Kiwaba Nzaji, José Neves, encabeçou uma comissão multissectorial que, pela estrada em direcção ao município de Ngola Luigi, vai procurar caminhos alternativos para repor a circulação para o Norte desta província nos próximos dias.
"Estamos a seguir em companhia do director do gabinete provincial de infraestruturas e serviços técnicos do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA) e a administradora municipal de Ngola Luiji, para encontrar alternativas nas estradas que passam pelo Cole I e Cole II, sector do Lutahu, até à estrada nacional 323", justifica.
Dezenas de funcionários públicos e de instituições privadas das localidades afectadas estão igualmente retidos na cidade de Malanje.
José Neves, sem precisar números, garante que na sede municipal de Kiwaba Nzoji há o registo do desabamento de casas, destruição de haveres, mas os dados ainda são provisórios.
O comércio e a circulação de pessoas estão comprometidos até à regularização da situação.

